{"id":230,"date":"2018-05-11T09:47:00","date_gmt":"2018-05-11T12:47:00","guid":{"rendered":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/?p=230"},"modified":"2023-06-19T19:12:32","modified_gmt":"2023-06-19T22:12:32","slug":"rota_zero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/rota_zero\/","title":{"rendered":"Rota Zero"},"content":{"rendered":"<div class=\"dp wp-block-post-date\"><time datetime=\"2018-05-11T09:47:00-03:00\">2018<\/time><\/div>\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full dp\" id=\"image-hidden\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1920\" height=\"500\" src=\"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/edicoes_1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-38\"\/><\/figure>\n\n\n\n<section id=\"main-section\" class=\"wp-block-group row\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div style=\"height:104px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-white-color has-black-background-color has-text-color has-background\" id=\"titulo-espaco\" style=\"text-transform:uppercase\">CANTO DA CARAMBOLA<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:104px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" style=\"text-transform:uppercase\">PORO CONCRETO<\/h2>\n\n\n\n<p>Artistas:&nbsp;&nbsp;ANA HORTIDES, ANDREA PECH e FERNANDA ANDRADE<br>Curadoria: GABRIELA DOTTORI<\/p>\n\n\n\n<p>Uma armadilha visual<br>Adolfo Montejo Navas<\/p>\n\n\n\n<p>O Canto da Carambola inaugura no dia 26 de maio a exposi\u00e7\u00e3o P\u00f3ro Concreto composta por trabalhos das artistas Ana Hortides, Andrea Pech, Fernanda Andrade e curadoria de Gabriela Dottori. Esta coletiva traz, para as estruturas do Canto da Carambola, diferentes leituras acerca do espa\u00e7o particular da casa e do corpo feminino. A mostra aponta para uma abertura que celebra os convites e desejos daquelas que habitam esses espa\u00e7os. No entanto, tamb\u00e9m pressup\u00f5e os seus fechamentos. A intimidade \u00e9 apresentada de forma singela e transgressora, como um fantasma que assombra essa corporeidade que, por vezes, se encerra no lugar dom\u00e9stico, formatada e tolhida por paradigmas pol\u00edtico-sociais.<\/p>\n\n\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background\" style=\"background-color:#abb7c226;color:#abb7c226\"\/>\n\n\n\n\n\n\n\n\n<div class=\"wp-block-outermost-icon-block\"><div class=\"icon-container\" style=\"width:30px\"><svg version=\"1.1\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"512\" height=\"512\" viewBox=\"0 0 512 512\"><title><\/title><g id=\"icomoon-ignore\"><\/g><path d=\"M256 0c-141.385 0-256 114.615-256 256s114.615 256 256 256 256-114.615 256-256-114.615-256-256-256zM256 448c-106.039 0-192-85.961-192-192s85.961-192 192-192c106.039 0 192 85.961 192 192s-85.961 192-192 192z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div>\n\n\n\n<p>Abertura: 26.05.2018 &#8211; 18h \u00e0s 22h<br>Visita\u00e7\u00e3o: 27\/5 a 16\/6<\/p>\n\n\n\n<p>CANTO DA CARAMBOLA<br>Rua do Oriente 123 &#8211; Santa Teresa<br>T. 21.2210-0289 \/ 99462-4292<\/p>\n<\/div><\/section>\n\n\n\n<section id=\"main-section\" class=\"wp-block-group row\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div style=\"height:104px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-white-color has-black-background-color has-text-color has-background\" id=\"titulo-espaco\" style=\"text-transform:uppercase\">ESTUDIO DEZENOVE<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:104px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" style=\"text-transform:uppercase\">CONFERE!<\/h2>\n\n\n\n<p>Artistas:&nbsp;Marcio Zardo<\/p>\n\n\n\n<p>Uma armadilha visual<br>Adolfo Montejo Navas<\/p>\n\n\n\n<p>A interface escolhida por Marcio Zardo \u00e9 absolutamente confessa: a alquimia textual-visual, ou melhor, as palavras-imagens e vice-versa, essa simbiose que produz sem\u00e2nticas pr\u00f3prias, independentemente de si se inscrevem no territ\u00f3rio mais abrangente das artes pl\u00e1sticas ou n\u00e3o. De fato, se a intera\u00e7\u00e3o destes dois campos sempre produziu bons resultados na renova\u00e7\u00e3o da poesia visual que extrapolava suas margens, excetuando casos singulares conceituais (J. Kosuth, J. Baldessari, M. Broadthaers, B. Kruger, por exemplo), h\u00e1 s\u00f3 poucas d\u00e9cadas que o uso da palavra, o texto, e nem se fale das narrativas, tem horizontalizado as prefer\u00eancias art\u00edsticas, gerando um territ\u00f3rio de aprecia\u00e7\u00e3o est\u00e9tica e consumo, uma vertente quase parte do mainstream&#8230; Contudo, sempre como outro foco de aten\u00e7\u00e3o imag\u00e9tica que se contamina com as experi\u00eancias dos signos abrindo-se aos espa\u00e7os. (A ressurrei\u00e7\u00e3o e moda dos livros de artista \u00e9 outro sintoma pr\u00f3ximo desta oscila\u00e7\u00e3o do gosto).<\/p>\n\n\n\n\n\n        <div class=\"rmwr-wrapper\" \n             data-id=\"rmwr-6a016514d5687\"\n             data-mode=\"normal\"\n             data-animation=\"fade\"\n             data-duration=\"300\"\n             data-smooth-scroll=\"true\"\n             data-scroll-offset=\"0\">\n            <button \n                type=\"button\"\n                class=\"read-link\" \n                id=\"readlinkrmwr-6a016514d5687\"\n                data-open-text=\"LEIA MAIS\"\n                data-close-text=\"OCULTAR\"\n                aria-expanded=\"false\"\n                aria-controls=\"readrmwr-6a016514d5687\"\n                aria-label=\"LEIA MAIS\"\n            >\n                <span class=\"rmwr-text\">LEIA MAIS<\/span>\n            <\/button>\n            <div \n                class=\"read_div\" \n                id=\"readrmwr-6a016514d5687\"\n                aria-hidden=\"true\"\n                data-animation=\"fade\"\n                data-duration=\"300\"\n                style=\"display: none;\"\n            >\n                 <\/p>\n\n\n\n<p>Neste contexto sempre lateral de ler-olhar, sempre \u00e0 procura de outra leitura das coisas, Marcio Zardo cria seu pr\u00f3prio mapa de atua\u00e7\u00e3o fronteiri\u00e7o, com v\u00e1rias opera\u00e7\u00f5es planares e tridimensionais, com gestos e situa\u00e7\u00f5es diversas. Como numa das vertentes enxutas que se exp\u00f5e aqui, na qual o uso de carimbos, j\u00e1 no limite de sua fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica qual rel\u00edquia burocr\u00e1tica (ainda uma pe\u00e7a instrumental do discurso protocolar e de poder), converte-se em signo de identidade art\u00edstico vinculado sobretudo a experi\u00eancias de anti-l\u00edrica, ou de poesia ampliada por novos enunciados (a lembrar o poema-processo, Jos\u00e9 Claudio, Paulo Bruscky, Walt\u00e9rcio Caldas&#8230;); em suma, como atividade dedicada \u00e0 desconstru\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica, dentro e fora da p\u00e1gina, \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de novas configura\u00e7\u00f5es, figuras.<br>Esta austeridade visual deste suporte para documentos e tr\u00e2nsito burocr\u00e1tico e a caracter\u00edstica m\u00f3vel de seu selo-registro, converteram o carimbo num aliado objetual, um artefato de escritura port\u00e1til que privilegiava a s\u00edntese ou o alvo de um recado pluri-sem\u00e2ntico, de desenho ou de uma dire\u00e7\u00e3o insuspeitada na metamorfose pict\u00f3rica (veja-se a presen\u00e7a de um cavalete numa obra rotulada de Paisagem transformar-se em instala\u00e7\u00e3o, numa invers\u00e3o quase magrittiana, a natureza rebobinando-se \u00e0 seu lugar de tela). Seja tamb\u00e9m na escolha de um l\u00e9xico bem simples mas convocado para uma nova dic\u00e7\u00e3o verbo-visual, para virar do avesso seu sentido primeiro, direcional ou produzir outra altern\u00e2ncia lingu\u00edstica.<br>Assim, certo Urgente se emaranha como o pelo do p\u00fabis feminino (lembrando a famosa tela da origem de Coubert e outra analogia com outro p\u00fabis, poema de Julio Plaza, que foi an\u00e1tema para certa idolatria esquerdista pela sua analogia com o cavanhaque de Lenin). E j\u00e1 longe do esp\u00edrito cartorial, Confere e Sem efeito, duas marcas burocr\u00e1ticas, se veem profundamente alteradas para reconhecer outra coisa, um desvio cognitivo em toda regra. Como a d\u00favida Arte sim, arte n\u00e3o, que faz parte de nosso dilema p\u00f3s-vanguardista, sobretudo ap\u00f3s o febril s\u00e9culo XX e seu inquietante depois, sendo uma interroga\u00e7\u00e3o meta-po\u00e9tica obrigat\u00f3ria. Ou ent\u00e3o os dizeres Original e C\u00f3pia ou Branco e Preto alterando seus c\u00f3digos formatados, pr\u00e9-categorizados, ganhando entre eles um espelhamento especular.<br>No fundo, tudo n\u00e3o deixa de ser uma estrat\u00e9gia de linguagem po\u00e9tica quando abra\u00e7a a sua condi\u00e7\u00e3o mais pl\u00e1stica, via uma bidimensionalidade acidentada, ir\u00f4nica, que subverte o imagin\u00e1rio reinante, \u201ca opacidade de nossas no\u00e7\u00f5es e representa\u00e7\u00f5es\u201d (como diria Reynaldo Roels Jr. a pr\u00f3posito do artista). Doravante, dentro da atual cena da arte, a escolha de armadilha visual ser\u00e1 quase inevit\u00e1vel, por raz\u00f5es lingu\u00edsticas, sociais, pol\u00edticas, de sentido. Trata-se sempre da captura de outro real. Como n\u00e3o fazer ent\u00e3o poesia visual tridimensional, com signos, objetos, gestos, suportes, nestes tempos ruins para a l\u00edrica &#8211; como sempre, como diria eternamente Borges? Ou como n\u00e3o conspirar no meio dos paradigmas opressivos e recalcados da visualidade reinante, da est\u00e9tica instrumentalizada?<\/p>\n\n\n\n<p>[Foz, 10 de maio de 2018]<\/p>\n\n\n\n<p>            <\/div>\n        <\/div>\n        \n\n\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background\" style=\"background-color:#abb7c226;color:#abb7c226\"\/>\n\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:104px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" style=\"text-transform:uppercase\">ONDE QUER QUE VOC\u00ca ESTEJA, ESTE \u00c9 O PONTO DE PARTIDA<\/h2>\n\n\n\n<p>Artistas:&nbsp;&nbsp;Ana Vit\u00f3ria Mussi<br>Curadoria:&nbsp;Adolfo Montejo Navas<\/p>\n\n\n\n<p>O uso da frase do pensador indiano do s\u00e9culo XII, Kabir, \u201cOnde quer que voc\u00ea esteja, este \u00e9 o ponto de partida\u201d, pode pertencer j\u00e1 ao imagin\u00e1rio globalizado\/googlizado, mas tamb\u00e9m pode manter suas constantes vitais, reviver o conflito cultura-arte, m\u00eddia-literatura, consumo-pensamento&#8230; Ali\u00e1s, a linha do horizonte da frase promete um start que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 espacial nem temporal, mas sobretudo espiritual.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background\" style=\"background-color:#abb7c226;color:#abb7c226\"\/>\n\n\n\n\n\n\n\n\n<div class=\"wp-block-outermost-icon-block\"><div class=\"icon-container\" style=\"width:30px\"><svg version=\"1.1\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"512\" height=\"512\" viewBox=\"0 0 512 512\"><title><\/title><g id=\"icomoon-ignore\"><\/g><path d=\"M256 0c-141.385 0-256 114.615-256 256s114.615 256 256 256 256-114.615 256-256-114.615-256-256-256zM256 448c-106.039 0-192-85.961-192-192s85.961-192 192-192c106.039 0 192 85.961 192 192s-85.961 192-192 192z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div>\n\n\n\n<p>Abertura: 26.05.2018 &#8211; 18h \u00e0s 22h<br>Visita\u00e7\u00e3o: 27\/5 a 16\/6<\/p>\n\n\n\n<p>CANTO DA CARAMBOLA<br>Rua do Oriente 123 &#8211; Santa Teresa<br>T. 21.2210-0289 \/ 99462-4292<\/p>\n<\/div><\/section>\n\n\n\n<section id=\"main-section\" class=\"wp-block-group row\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div style=\"height:104px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-white-color has-black-background-color has-text-color has-background\" id=\"titulo-espaco\" style=\"text-transform:uppercase\">CASA AMARELA<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:104px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" style=\"text-transform:uppercase\">(CONFLU\u00caNCIA)<\/h2>\n\n\n\n<p>Artistas:&nbsp;Pedro Grapi\u00fana<\/p>\n\n\n\n<p>Parafusos, porcas, arruelas, ferraduras, dobradi\u00e7as e tantos outros materiais catados e reciclados pelas ruas de Santa Teresa comp\u00f5em o mundo pict\u00f3rico e tridimensional da obra de Pedro Grapi\u00fana.<br>Pe\u00e7as emendadas, cortadas, costuradas e soldadas que se aglutinam e formam o todo. Sua arte \u00e9 l\u00fadica e movimentada, como um brinquedo.<\/p>\n\n\n\n\n\n        <div class=\"rmwr-wrapper\" \n             data-id=\"rmwr-6a016514d56f0\"\n             data-mode=\"normal\"\n             data-animation=\"fade\"\n             data-duration=\"300\"\n             data-smooth-scroll=\"true\"\n             data-scroll-offset=\"0\">\n            <button \n                type=\"button\"\n                class=\"read-link\" \n                id=\"readlinkrmwr-6a016514d56f0\"\n                data-open-text=\"LEIA MAIS\"\n                data-close-text=\"OCULTAR\"\n                aria-expanded=\"false\"\n                aria-controls=\"readrmwr-6a016514d56f0\"\n                aria-label=\"LEIA MAIS\"\n            >\n                <span class=\"rmwr-text\">LEIA MAIS<\/span>\n            <\/button>\n            <div \n                class=\"read_div\" \n                id=\"readrmwr-6a016514d56f0\"\n                aria-hidden=\"true\"\n                data-animation=\"fade\"\n                data-duration=\"300\"\n                style=\"display: none;\"\n            >\n                 <\/p>\n\n\n\n<p>Autodidata, formado na escola da vida, Pedro cresceu observando as ruas e viu o mundo de in\u00fameras facetas, como num caleidosc\u00f3pio. Sempre relacionando esse mundo com pessoas, observa\u00e7\u00f5es, aprendizados e leituras. Sua mente \u00e9 ampla, sem amarras, como o mundo e isso faz com que sua arte seja aberta para infinitas possibilidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Deborah Costa<\/p>\n\n\n\n<p>            <\/div>\n        <\/div>\n        \n\n\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background\" style=\"background-color:#abb7c226;color:#abb7c226\"\/>\n\n\n\n\n\n\n\n\n<div class=\"wp-block-outermost-icon-block\"><div class=\"icon-container\" style=\"width:30px\"><svg version=\"1.1\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"512\" height=\"512\" viewBox=\"0 0 512 512\"><title><\/title><g id=\"icomoon-ignore\"><\/g><path d=\"M256 0c-141.385 0-256 114.615-256 256s114.615 256 256 256 256-114.615 256-256-114.615-256-256-256zM256 448c-106.039 0-192-85.961-192-192s85.961-192 192-192c106.039 0 192 85.961 192 192s-85.961 192-192 192z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div>\n\n\n\n<p>Abertura 19\/6\/2018 \u2013 18h<br>Visita\u00e7\u00e3o: 20 a 26\/5<\/p>\n\n\n\n<p>CASA AMARELA<br>Rua Hermenegildo de Barro 163 \u2013 Santa Teresa<br>T. 21 2232 6572 \/ 99895 8111<\/p>\n<\/div><\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Num processo de reativa\u00e7\u00e3o, o Circuito Oriente nesta edi\u00e7\u00e3o promove abertura simult\u00e2nea de exposi\u00e7\u00e3o em tr\u00eas espa\u00e7os, Canto da Carambola, Estudio Dezenove e Casa Amarela.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":38,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-230","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/230","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=230"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/230\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":901,"href":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/230\/revisions\/901"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=230"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=230"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/circuitooriente.com.br\/Rotas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=230"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}